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23/06/2016 - 10:20

Cobertura especial Cannes 2016

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O blog Comunica Que Muda está fazendo uma cobertura especial das melhores campanhas de interesse público do Festival de Cannes 2016. Você pode ver tudo bem  fácil aqui.

Autor: - Categoria(s): Álcool, Cidadania, Drogas, Educação, Meio Ambiente, Mobilidade, Saúde, Tabaco, Tecnologia, Violência Tags:
27/04/2016 - 16:13

Comunica que muda!

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cqmblog

Você que gosta dos nossos posts sobre comunicação de interesse público, não pode perder o nosso irmão mais novo, o Comunica Que Muda. E ele chega cheio de bossa e muita coisa nova!

A maior novidade é que, além dos nossos temas tradicionais, por lá você vai encontrar o novo desafio da nova/sb que é trazer temas incômodos, tabus, para o debate. Inicialmente temos cinco novos categorias de posts que são relacionados a estes temas: descriminalização da Maconha, Intolerância, Suicídio, Mobilidade e Lixo.

Autor: - Categoria(s): Artigos, Cidadania Tags:
27/04/2016 - 15:56

Painel mata mosquito

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O blog já postou diversas campanhas que usaram outdoors de formas extremamente criativas. Para combater a violência doméstica, o racismo, a escassez de água, otabagismo e o tráfico de pessoas. Hoje nós vamos falar de uma campanha que transformou uma mídia convencional  em uma ferramenta para combater o que talvez seja uma das maiores preocupações atuais do brasileiros: o Aedes aegypti.

Após o registro do recorde de casos de dengue no Brasil e a descoberta da ligação do mosquito com a transmissão do zika vírus, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou que o combate ao mosquito é uma e precisa de uma resposta urgente. ANBS, em parceria com a empresa de mídia Posterscope,  desenvolveram o Painel Mata Mosquito, feito a partir de tecnologia que atrai o mosquito ao imitar a essência do suor e da respiração humano.

Como eles fizeram isso? As placas do painel emitem para o ar uma solução composta de ácido lático (para reproduzir o cheiro do suor) e dióxido de carbono (para reproduzir a respiração), capaz de atrair mosquitos a uma distância de até 4 quilômetros. Para intensificar ainda mais o poder de “sedução”, foram instaladas luzes fluorescentes nas extremidades do painel. Os mosquitos ficam presos e morrem de desidratação.

Segundo a NBS, as localidades escolhidas para a instalação dos painéis são aquelas onde há um alto índice de casos de doenças transmitidas pelo Aedes aegypti , como a dengue, zika e chikungunya. Para isso, a ação contou também com a ajuda de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). 

Como estamos falando de uma ideia que pode ajudar a salvar vidas, a tecnologia usada no Painel Mata Mosquito está disponível de forma gratuita no sitemosquitokillerbillboard.com. Isso quer dizer que qualquer um pode reproduzi-la em qualquer lugar do mundo. Mas bióloga Denise Valle faz um alerta sobre um ponto importante. Em entrevista ao Estadão, ela diz que precisamos tomar cuidado com a “falsa sensação de segurança” e que é muito importante que as medidas de controle não sejam esquecidas nessas regiões. Afinal, a ação é apenas uma ajuda. “Todo mundo quer achar a bala mágica, mas, se fosse fácil, não conviveríamos com o mosquito há tanto tempo“, disse.

Autor: - Categoria(s): Saúde Tags:
27/04/2016 - 15:54

Preparados para o mundo

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Quando vemos as salas da associação vazias neste comercial, temos uma sensação que tudo ali está abandonado. Mas é exatamente o contrário e existe uma razão  para isso, que você descobre vendo o filme da campanha #IrProMundo, que comemora os 55 anos da APAE de São Paulo.

Narrada pelo ator Mateus Solano (que cedeu os direitos de imagem e voz), a campanha mostra que a entidade capacita e ajuda as pessoas com deficiência intelectual a se inserir no mercado de trabalho, nas suas família e na sociedade. “A pessoa com deficiência intelectual também é como cada um de nós. Está na vida para o que der e vier. E há tanta vida lá fora”, explica Mateus Solano no comercial. Essa é a mensagem da campanha. Mostrar que é possível preparar essas pessoas para o mundo. A criação é da CDI Comunicação Corporativa.

A APAE aproveita para convidar todos a participar dessa missão. “Com apoio e incentivo, cada cidadão consegue seu espaço e mostra seu valor individual na coletividade. Queremos mostrar que cada uma dessas pessoas só será plena se puder conquistar seu espaço”, diz Cláudia Vassallo, CEO da CDI Comunicação Corporativa, ao site do Estadão. A campanha conta com ações em multiplataformas. Além do filme para tv, spots de rádios e peças impressas, também inclui ações digitais de conteúdo e ativação no Facebook e no YouTube. Veja abaixo.

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Autor: - Categoria(s): Cidadania Tags:
19/01/2016 - 13:32

Leia antes de concordar

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Maconha,

carros, lixo,

suicídio e a

nova/sb.

A nova/sb, agência de publicidade 100% brasileira, quer deixar claro para os mercados público e privado o seu compromisso com a Comunicação de Interesse Público. Na verdade, é mais do que um compromisso. É uma causa. Colocar para debate da sociedade, no mundo digital, temas como a maconha, o carro, o suicídio, o lixo e o diferente faz parte dessa causa. Contratar jovens universitários para acompanhar os debates e, depois, sob o olhar deles, criar campanhas para os diversos públicos, também. E para que a nossa causa seja muito mais pública e envolvente, estamos relançando nosso blog de Comunicação de Interesse Público, o ComunicaQueMuda. Mais moderno e atraente, o ComunicaQueMuda vai gerar conteúdos que podem mudar comportamentos e contribuir para a construção de um mundo melhor para todos. E por que a nova/sb faz isso? A nova/sb nasceu com o DNA da Comunicação de Interesse Público e cresceu acreditando que estar em sintonia com a sociedade lhe proporciona melhores condições para desenvolver o trabalho para seus clientes. No seu histórico, estão iniciativas que demonstram essa convicção. Primeira agência Carbono Zero da América Latina, Pesquisa+R$100, duas edições do concurso Leão Verde, pesquisa sobre valores do povo brasileiro, nova/batata, oito campanhas mundiais para a OMS veiculadas em mais de 200 países, campanha contra o trabalho infantil para a OIT, uma metodologia própria, Popsynergy®, voltada para o entendimento do que é popularidade, enfim, essas e tantas outras iniciativas. E, se a Comunicação de Interesse Público pode agregar valor a marcas e instituições privadas, no campo público ela é mandatória, pois, neste caso, é mais: é Comunicação de Utilidade Pública. E é por essa lógica que a nova/sb sempre priorizou e disputou contas de interesse público, sejam elas privadas, públicas ou do terceiro setor. Fazemos isto com convicção e tesão. Atendemos contas administradas por gestores de vários partidos políticos, em todos os níveis: federal, estadual, municipal e até de organismos internacionais. Somos duplamente rigorosos com nós mesmos quando o assunto é dinheiro público, tanto é que, por iniciativa própria, seremos a primeira agência brasileira a submeter seu código de Compliance e suas regras de integridade corporativa à CGU. Disputamos, ferozmente, se assim pode-se dizer de quem envolve o melhor de sua equipe e conhecimento, todas as concorrências das quais participamos, sejam elas internas, no âmbito do cliente, ou externas, nas licitações públicas. E atendemos nossos clientes, sejam eles públicos ou privados, com uma interação e dedicação únicas, de forma quase artesanal, mas rigorosamente profissional, assertiva e eficaz. Esta é a nova/sb, uma agência que respeita a opinião, a inteligência e o dinheiro do cidadão brasileiro.

Autor: - Categoria(s): Artigos Tags:
19/01/2016 - 13:28

Tide “apaga” os rótulos

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Nos Estados Unidos, os imigrantes latinos são rotulados o tempo todo. Balseros (cubanos), narcos (mexicanos e colombianos), são algumas das palavras usadas em tom pejorativo. Para falar sobre o preconceito, racismo e xenofobia, a marca de detergente Tide lançou a campanha online #WashAwayLabels em  parceria com a ONG National Council of La Raza, maior entidade de defesa dos imigrantes nos Estados Unidos. Criado pela agência Conill, o filme traz depoimentos de pessoas de diferentes países, desde cubanos à mexicanos, falando sobre os rótulos negativos que marcam suas vidas nos estados Unidos. Insultos como “traficantes” e “machistas” foram apenas alguns dos nomes mencionados já nos primeiros segundos.

Para mostrar que o preconceito precisa ser definitivamente apagado,  frases pejorativas como “Os mexicanos são todos machistas” e “Os porto-riquenhos são todos gangsters” foram estampadas em camisetas brancas com uma tinta a base de ketchup. Em seguida, pessoas de vários países são convidados a lavar os estereótipos jogando as camisetas nas máquinas para serem lavadas (obviamente com detergente Tide).

Com as camisetas recém-lavadas, e agora brancas, os participantes estampam frases positivas sobre seus povos, como “os colombianos são trabalhadores” e “os cubanos são decentes”.”Diante de todas as coisas ruins que são ditas à essas pessoas, nós queremos destacar coisas positivas que eles não costumam escutar”, diz Ivelisse Fairchild, a Vice-Presidente de Desenvolvimento de Recursos da National Council of La Raza.

A ação foi feita para  o Mês da Herança Hispânica e foi ao ar em 15 outubro nos Estados Unidos.  A hashtag #WashAwayLabells e os comentários sobre a campanha continuaram este mês, como uma reação às declarações preconceituosas sobre os latinos feitas pelo candidato republicano à presidência dos EUA, Donald Trump.

Autor: - Categoria(s): Violência Tags:
19/01/2016 - 10:39

Mudou, mudamos, mudanças

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fósforos

Estamos de cara e nome novos, mas não precisa se assustar: continuaremos a compartilhar com vocês as campanhas e ações de comunicação de interesse público mais legais que encontrarmos no mundo todo! E o que mudou? Aprofundaremos os temas polêmicos, nos quais a comunicação e a informação podem fazer toda a diferença.

A nova/sb entende que alguns assuntos importantes merecem ser discutidos às claras, com informações completas e desmistificadas. Vamos abordar temas sensíveis de maneira leve e contextualizada. Propor o debate e introduzir novos pontos de vista. Não estamos aqui para defender causas, mas para levar ao maior número de pessoas informações detalhadas e capazes de dar a cada um a possibilidade de refletir sobre elas e, assim, julgá-las com conhecimento

Para começar essa nova fase, selecionamos algumas questões polêmicas, mas pouco aprofundadas pela sociedade: a descriminalização da maconha, o uso sustentável do carro, as taxas crescentes de suicídio, a produção e descarte do lixo e o combate a todo tipo de intolerância.

Como o mundo está encarado esses assuntos? Existem soluções já implementadas? Quais são? É possível adaptar à nossa realidade? Perguntas deste tipo são as que tentaremos responder juntos.

Nessa primeira fase, vamos falar sobre um ponto envolto em muito preconceito: a descriminalização da maconha.

Vamos colocar o dedo na ferida e mostrar como o tema tem sido abordado ao redor do mundo: dos aspectos públicos – como política e economia – até os privados, como as formas de discutir o assunto com os jovens. Iremos pesquisar fatos e números sobre importantes experiências internacionais, seus contextos particulares e resultados.

Na lista onde a causa já foi discutida, e sua política alterada, estão países como o Canadá, Croácia, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Portugal e Uruguai. Alguns com propostas apenas para o uso medicinal; outros, com políticas que liberam o consumo da erva para uso recreativo.

Iremos conversar sobre o assunto a fundo, levando em consideração argumentos pró e contra a descriminalização. Queremos também entender o que nos levou à atual política contra as drogas (que já é contestada no próprio berço da proibição, os Estados Unidos, onde hoje ocorrem mudanças rumo à descriminalização).

Para que a discussão fique ainda mais ampla e democrática, levaremos o debate também para as redes sociais e universidades por meio de um concurso no qual estudantes criarão campanhas de comunicação sobre os temas abordados. Afinal, só existe uma maneira de conquistar possíveis mudanças: com muita informação e comunicação.

Venha conhecer o Comunica Que Muda!

Autor: - Categoria(s): Artigos Tags:
16/12/2015 - 13:16

Querido Papai

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Esta campanha norueguesa é um manifesto à cultura do estupro, algo que as mulheres de todas as culturas e classes sociais enfrentam. O filme feito para a web #DearDaddy é narrado por uma menina que está prestes a nascer. Criado pela agência Schjærven para a ONG Care, a campanha é dirigida aos pais da Noruega mas serve para os de qualquer país.

As cenas vão entremeando as experiências do pai – piadas machistas, ouvir sem recriminação as aventuras dos amigos mesmo se forem de violência contra mulheres – com as que a menina terá no futuro. Na Noruega, 1 em 4 mulheres sofrem algum tipo de violência física ou psicológica – um pouco melhor que a estatística mundial que é 1 em cada 3 mulheres.

Uma das coisas mais fortes do filme é a contraposição do texto forte com as cenas da violência, mostradas como algo inevitável na vida da moça. A narradora pede ajuda para evitar os vários tipos de violência que estará sujeita ao longo da vida. Quando adolescente, ser chamada de “vadia” ao usar uma roupa curta. Quando for uma jovem mulher, o estupro ao beber demais. Ou a violência física por parte do parceiro, mesmo sendo uma mulher independente e bem sucedida. Para ajudá-la, o pai deve evitar achar graça e apoiar comportamentos misóginos. Além disso, educar os irmãos dela para respeitar as meninas desde cedo.

O filme virou notícia no mundo todo e viralizou rapidamente nas redes sociais.  A versão em inglês já tem quase 3 milhões de visualizações em uma semana (foi lançado dia 4 de dezembro no YouTube). Em entrevista ao jornal sueco Dagens Nyheter, o diretor de Comunicação da Care, Henrik Vanik, disse que era difícil para os homens refletirem sobre a situação das mulheres. “Nós procuramos abordar a questão dando dicas de como eles devem se comportar quando testemunham o mau comportamento de outros homens”, explicou. Segundo ele, o filme deve ganhar traduções em outros idiomas como russo, francês e espanhol.

Ele afirmou que foi procurado por representantes da ONU para recriarem a peça para uma campanha global sobre violência contra mulheres.

Autor: - Categoria(s): Violência Tags:
15/12/2015 - 13:09

YouTuber grava racismo

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Os youtubers do Canal Boom  são especializados em pegadinhas mas de vez em quando falam muito sério. O tema da vez é o racismo e foi escolhido pelo líder do Canal, Tiago Fonseca, segundo ele próprio, por conta dos vários episódios recentes de racismo pela internet brasileira. Entretanto, o filme mostra além do racismo, a truculência policial e o ânimo de fazer justiça com as próprias mãos de algumas pessoas. A ação foi filmada com câmeras escondidas em uma rua movimentada da cidade de Apucarana (PR). Tiago, que é negro, e Leonardo, branco, vestiram a mesma roupa e  simularam abrir  um veículo BMW usando um arame.

Enquanto o branco Leonardo recebeu até oferta de ajuda, durante os 15 minutos em que tentou abrir o carro (que é do Tiago), o youtuber foi agredido. Ambos contaram a mesma história: que tinham trancado o carro com as chaves e documentos dentro. Quando Tiago foi tentar abrir o carro, em dois minutos apareceram dois rapazes para tirar satisfação. Em pouco tempo, mais gente aparece para ajudar a conter o suposto bandido, que foi jogado ao chão violentamente. Quando chegaram os policiais, não só ele continuou de cara na calçada como foi algemado. Duas viaturas apareceram. Após os policiais constatarem que o carro era mesmo dele, se ouve um policial dizendo que não ia tirar as algemas. Tiago, algemado, foi colocado dentro da viatura e levado à delegacia. Ele só foi liberado após ser ouvido pelo delegado, que afirmou àreportagem do UOL que ele e a equipe seriam enquadrados por perturbação da ordem pública.

O filme foi postado ontem à tarde  (14/12) YouTube e já tem 422.264 visualizações. Postado também na fan page do Canal Boom, já tem 57 mil vizualizações e mais de 1,2 mil compartilhamentos. Hoje, Tiago Fonseca postou um vídeo-desabafo em que conta a história do Canal Boom e faz um desabafo sobre várias situações de racismo que já sofreu. Confira no vídeo abaixo.

Post it e vaga para deficientes

Um dos filmes sérios mais famosos do pessoal do Canal Boom foi feito em junho deste ano.  É o da pegadinha com o motorista que estacionou em vaga destinada a deficientes físicos, filmado em Maringá. A equipe do Canal cobriu de post it o carro, enfurecendo o motorista infrator. O vídeo viralizou nas redes sociais – tem mais de 10 milhões de visualizações – e ganhou o noticiário. Por causa dele, o Tiago Fonseca deu entrevistas até em programas de auditório, como o do Gugu.

Em 2014, eles já tinham feito algo parecido mas com tinta lavável:

Criado há dois anos como um canal no YouTube, o Boom  tem mais de 382.521.350 visualizações,3.342.365 inscritos e conta com uma equipe de dez pessoas que produzem cerca de duas pegadinhas por mês.

Autor: - Categoria(s): Sem categoria Tags:
14/12/2015 - 16:35

Discurso de ódio na pele

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O discurso de ódio na internet deixa marca visíveis e duradouras nas vítimas. A campanha #kuzniarsnout (focinho do Kuźniar) mostra o efeito das injúrias e xingamentos estampados na pele de um dos mais controversos (e odiado nas redes sociais) jornalistas poloneses, Jarosław Kuźniar. As cenas mostram alguns dos mais de 4.500 comentários ofensivos, ameaças e xingamentos desferidos contra o jornalista na internet. A criação é  da agência DDB&Tribal de Varsóvia para a ONG Poland Association Stop Hating (HejtStop), que luta contra a homofobia, xenofobia, racismo e anti-semitismo.

Kuźniar, que admite responder à altura e ser provocador na internet, apresenta o jornal matutino da emissora TVN. A campanha começou a ser veiculada no dia 27 de novembro na internet, rádio e mobiliário urbano.  E causou bastante polêmica. Muito por conta da postura combativa do próprio Kuźniar. Em uma das cenas do vídeo da campanha, o jornalista aparece com focinho de porco, as cores da Alemanha, símbolo nazista e comunista, além de penteado judeu. Antes da campanha ir ao ar, ele postou justamente esta cena em sua conta no twitter numa das datas mais “quentes” do calendário político polonês,  quando grupos de extrema direita, neonazistas e ultraconservadores vão às ruas por “Deus, honra e pátria” durante as comemorações do dia da independência (em 11/11/1918, depois de 123 anos, a Polônia voltou a ser um estado independente). Foi o suficiente para uma nova onda de xingamentos e  fez com que a repercussão da campanha se dividissem entre apoio e acusações de hipocrisia.

Pelo site da ONG, os poloneses podem relatar situações de ódio que testemunharam ou sofreram. A galeria já tem 1.487 imagens. Algumas delas são pichações anti-semitas e contra imigrantes. Além de mapear do discurso de ódio, a entidade procura apagá-los nas redes sociais ou nos muros.

Autor: - Categoria(s): Violência Tags: , , ,
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